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Parceria garante acesso a cursos de turismo nas Estações Digitais


30 de July de 2010 em Novidades por solocar @ 10:24 am
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Uma parceria entre a Secretaria Municipal de Ciência e Tecnologia (Secitec) e a Secretaria de Turismo (Setur) vai possibilitar o acesso da população de João Pessoa a cursos gratuitos de qualificação da mão-de-obra para atuação no mercado de trabalho na área de turismo. Os cursos, todos na modalidade de ensino à distância, são ministrados através da internet e de DVD, nos turnos da manhã, tarde e noite, por instrutores capacitados pela Secitec.

De acordo com o coordenador do Projeto Estação Digital, José Izidro Alves, todos os 26 tele centros serão disponibilizados para os cursos. “O papel das Estações Digitais é proporcionar esta oportunidade para a população”, destacou.

O projeto de capacitação de mão-de-obra em turismo será lançado no dia 18 de agosto, com uma aula inaugural. As inscrições podem ser feitas nos Centros de Referência da Cidadania, nos Centros de Referência de Juventude, nas Estações Digitais, e na Secretaria Municipal do Turismo, bastando apenas o interessado apresentar documentos pessoais.

Cada turma terá a participação de 10 alunos, o número de computadores disponibilizados pelas Estações Digitais. “Visamos a qualidade, onde cada terminal será utilizado por apenas um usuário, para garantir a concentração e o aprendizado”, disse Izidro.

Os cursos terão duração de dois meses. Estão disponibilizados cursos como guia turístico, recepção de hotel e pousada e gastronomia local: “Teremos uma mão-de-obra bastante qualificada nessa ação da Prefeitura Municipal de João Pessoa”, concluiu o coordenador do Projeto Estação Digital.

Fonte: Prefeitura Municipal de João Pessoa

Artistas paraibanos expõem peças na Estação Cabo Branco


29 de July de 2010 em Eventos por solocar @ 10:06 am
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16h37 28/07/2010

Dez artistas plásticos paraibanos estão expondo obras de arte em pequenos formatos na Loja de Artesanato localizada nos jardins da Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, no Altiplano. São cerca de 350 peças com vários formatos e tamanhos, entre telas, esculturas em cerâmica, camisetas, caixas em madeira decorativa, imãs, quadrinhos com reprodução de obras, entre outros objetos de arte.

As peças ficarão expostas até este domingo (31). No local o visitante vai encontrar obras de Raisse Herculano, Maria José Porto, Nené Cavalcanti, Tito Lobo, Cejane Ramos, Diana Celestino, Prince Daniele, Danielle Travassos, Francc Neto e Lili Brasileiro.

A Chefe da Divisão de Programas e Eventos da Estação Cabo Branco, Glaucia Azevedo, comentou que a intenção é fortalecer o trabalho de qualidade que vem sendo desenvolvido pelos artistas paraibanos, bem como estimular, fomentar e principalmente gerar renda.

A exposição é coordenada pela também artista plástica e membro do Conselho Científico da Estação, Lúcia França. “Queremos dar oportunidade aos artistas da terra, e como são muitos e o espaço da lojinha é pequeno, decidimos realizar por etapas uma exposição de pequenos formatos, para contemplar o maior número deles”, ressaltou Lúcia. Ela acredita que esse tipo de mostra é uma oportunidade para o turista que visita a Estação conhecer e comprar souvenirs de trabalhos desenvolvidos pelos artistas paraibanos.

A artista plástica Maria José Porto, uma das expositoras, destacou a oportunidade que os artistas estão tendo em manter um contato direto com os turistas/visitantes num espaço de qualidade e específico como a Estação Cabo Branco. “A rotatividade dos artistas pelo espaço também é muito salutar, pela exclusividade do trabalho de cada um. Além de podermos transformar peças maiores em pequenos formatos para venda, divulgamos nosso trabalho valorizando o que nós artistas da terra temos de mais belo”, finalizou.

SERVIÇO:

EXPOSIÇÃO DE ARTESANTO

Até 31 de julho

Local: Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes

Horário: De terça a sexta-feira das 9h às 21h. Aos sábados e domingos das 10h às 21h

Informações: 3214.8303 / 3214.8270

Fonte: Prefeitura Municipal de João Pessoa

‘Cine das Neves’ exibe filmes de animação no Casarão 34


28 de July de 2010 em Eventos por solocar @ 9:26 am
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A sétima arte para a criançada também está na programação cultural da Festa das Neves 2010. Para isso, o Cineclube Casarão 34 leva ao público uma mostra de 26 curta-metragens de animação infantil. As sessões são gratuitas e começam às 16h, a apartir deste sábado (30) e no domingo (31), no auditório do Casarão 34. A realização do ‘Cine das Neves’ é da Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope), com apoio da Associação Brasileira de Cinema de Animação (ABCA).

No sábado, está programada a exibição de 12 curtas. Os trabalhos foram realizados em diferentes estados brasileiros. Nesse primeiro dia, o público poderá assistir a “Leonel Pé-de-Vento” (direção de Jair Giacomini, 2006), “O Pato” (Andres Lieben, 2003), “Tem um Dragão no Meu Baú” (Rosaria, 2005), “Lúmen” (Wilian Salvador. 2007), “Aquarela” (Andres Lieben, 2003), “Kone e Dorfe no Mundo das Alcachofras” (Paulo Pappera, 2006), “Seu Dente e Meu Bico” (Marão, 2006), “Juro Que Vi: Matinta Pereira” (Humberto Avelar, 2006), “Laurinha” (Thomas Larson, 2005), “A Casa” (Andres Lieben, 2003), “Tainá – Kan, A Grande Estrela” (Adriana Figueiredo, 2006) e “A Lenda do Brilho da Lua” (Gabriela Dreher, 2007).

Mais 14 curta-metragens infantis serão exibidos no segundo dia da programação de cinema. Os títulos serão os seguintes: “Casinha de Cupim” (Horácio Baynes Young Jr, 2008), “A Bruxinha Lili” (Leonardo Copello, 2008), “Sapo Xulé – Bem Me Quer” (Paulo José, 2007), “Encontro em Marte” (Núcleo Animazul Instituto Marlin Azul, 2008), “Rose Dollz – Hora do Show” (Rodrigo Santos, 2008), “Para Chegar Até a Lua” (José Guillermo Landi Hiertz, 2005), “Como pode viver o peixe” (Frata Soares, 2008), “Calango” (Ale Camargo, 2007), “O Quarto do Jobi – O quarto Escuro” (Andrés Lieban, 2008/2009), “Interrogação” (Marcio Luis Gatica, 2007), “Se Esta Rua…” (Sandro Lopes dos Santos, 2008), “O Dia da Caça” (Daniel Boccato, 2005), “Jardim das Cores” (Guilherme Reis, 2008) e “Caquinhas – Bolinhas” (César Cabral, 2003).

Fonte: Prefeitura Municipal de João Pessoa

Empresas vão ter benefício para criar carro elétrico brasileiro, diz ministro


27 de July de 2010 em Dicas de transito por solocar @ 9:07 am
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Segundo Sérgio Rezende, haverá subvenção para desenvolver peças.
Detalhes serão anunciados por Lula na terça (27), afirmou.

O ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende, adiantou nesta segunda-feira (26) que o presidente Lula pretende anunciar nesta terça altos investimentos no desenvolvimento de componentes para a fabricação de carros elétricos.

“Haverá um incentivo para empresas desenvolverem partes, peças, projetos do carro elétrico. Nós precisamos começar a entrar nessa área”, afirmou o ministro durante a reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), em Natal.

Segundo Rezende, o investimento será voltado para pesquisas dentro de empresas, por meio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), e fará parte de um conjunto de subvenções que totalizam R$ 500 milhões.

Bateria
O ministro não quis adiantar quanto desse valor será destinado aos carros elétricos, mas o secretário executivo do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), Luiz Antonio Elias, afirmou que o montante é maior que qualquer outro investimento já feito no país na área dos veículos movidos a eletricidade.

“Amanhã serão anunciadas algumas medidas fiscais e financeiras e organização do sistema para que o Brasil entre nessa corrida pelo carro elétrico”, afirmou Rezende.

De acordo com o ministro, o tema já é discutido há mais de um ano no MCT, e um dos maiores desafios é produzir baterias de alta capacidade para os veículos. “Há um ano e meio que dentro da nossa rede de energias alternativas começamos a reunir fabricantes e pesquisadores de baterias e fabricantes de motores elétricos.”

Fonte: G1

80 anos de João Pessoa – morte e história do presidente


26 de July de 2010 em Imprensa por solocar @ 9:06 am
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Embora nesta segunda-feira (26) faça exatos 80 anos da morte do presidente João Pessoa, cujo assassinato foi o ponto culminante para a Revolução de 1930, ainda é possível encontrar, hoje em dia, em pleno século 21, gente que se denomine liberal ou perrepista, embora estas denominações estejam ligadas às siglas partidárias extintas de há muito. A reportagem do JORNAL DA PARAÍBA quis mostrar o quanto o tema não é só polêmico nas esferas política e histórica, mas rendeu boas discussões também no âmbito cultural.

Em 1983, a então jovem cineasta gaúcha, descendente de japoneses, Tizuka Yamazaki realizou com estrondo o seu segundo filme, Parahyba Mulher Macho. A película foi assistida por mais de 1,7 milhão de espectadores, uma das maiores bilheterias daquele ano. Todavia, a produção deu muito o que falar. Houve até processo na Justiça movido por Helena Beiriz, à época com 70 anos, irmã de Anayde, namorada de João Dantas e principal personagem do filme, interpretada pela atriz Tânia Alves. O objetivo da ação, que não prosperou, era interditar as cenas de sexo do filme. Mas não foi só o lado “perrepista” quem reclamou. O advogado João Pessoa Neto, como o nome já indica, neto do ex-presidente da Paraíba, divulgou várias cartas em jornais do Nordeste acusando as inverdades do filme.

Tizuka, à época, se defendeu de ambos. Disse que não pretendeu fazer um documentário: “Juntei as migalhas biográficas da mulher Anayde para fazer um filme de ficção”. Para o historiador Wellington Aguiar, autor do livro João Pessoa, O Reformador, “o filme não é história, é ficção”, comentou. “Tizuka fez esse filme pra ganhar dinheiro, atropelou inteiramente a história”.

Com relação a Anayde, a cineasta chegou a dizer que era um “problema de leitura”. “Essa crítica a que se refere foi moral, e não cinematográfica. Para mim, a leitura é libertária. Mas a Anayde continua sendo prostituta para uns e libertária ou revolucionária para outros. A versão em que se acredita é aquela que nos convém. A família de Anayde Beiriz não gostou do filme, e eu sei por quê. Ela queria que eu recuperasse Anayde do esquecimento, mas não com a imagem do que ela foi, e sim com a imagem desejada pela família”, declarou a cineasta para a revista Veja.

No teatro

Um dos maiores sucessos do teatro paraibano pegou inspiração também nos sangrentos episódios da política paraibana: Anayde, texto de Paulo Vieira, montagem do grupo Bigorna, com direção de Fernando Teixeira. “O texto foi escrito em 1982 e montado em 1992. Quando eu o escrevi, o texto recebeu apoio entusiasmado de José Joffily (autor do livro Anayde-Paixão e Morte na Revolução de 30) e uma forte oposição da família de Anayde. Mas isso é bastante compreensível, porque até então não se falava o nome de Anayde Beiriz. Era um nome maldito na cidade. Interessante isto: justamente Anayde que não teve, ao menos aparentemente, envolvimento político com os fatos de 30”.

Paulo Vieira lembra que “10 anos depois, Fernando Teixeira montou Anayde e para minha surpresa o tema continuava a atrair a atenção, embora não fosse mais um tema capaz de provocar polêmica, ao menos polêmica pública como o filme da Tizuka o fez. Mas era um tema que mexia com a cidade e que exigia certa dose de coragem para levá-lo à cena. Tanto que foi uma das melhores temporadas naqueles tempos. Teatro Santa Roza lotado todas as noites e superlotado nas últimas semanas”.

Fonte: Paraiba1

Ford anuncia o recall de 2.241 unidades do Novo Focus 1.6


24 de July de 2010 em Imprensa por solocar @ 8:52 am
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Carros envolvidos foram fabricados até 18 de fevereiro de 2010.
Defeito está no tanquinho de gasolina para a partida a frio.

A Ford do Brasil anunciou nesta sexta-feira (23) o recall de 2.241 unidades do Novo Ford Focus 1.6, modelo 2010. O defeito está no tanquinho de gasolina para a partida a frio dos carros fabricados até 18 de fevereiro de 2010.

Confira as séries de chassis das unidades envolvidas:

De 270427 até 314861  (seis últimos dígitos)

De acordo com comunicado, a fabricante constatou falha na vedação de um lote do reservatório de partida a frio, podendo ocorrer, em casos extremos, vazamento de combustível.

A falha poderá causar também dificuldade de acionamento do motor em dias frios quando o veículo estiver abastecido com álcool. A Ford destacou que não há risco de incêndio ou acidentes em decorrência da falha acima.

Os proprietários dos veículos devem procurar a rede de concessionárias Ford para fazer a inspeção do carro e, se necessário, a troca do componente. A companhia coloca à disposição para esclarecimento e agendamento o Centro de Atendimento Ford (CAF), pelo telefone 0800 703 3673.

Fonte: G1

Zeca Baleiro é atração deste sábado em CG


23 de July de 2010 em Eventos por solocar @ 10:15 am
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O cantor e compositor maranhense Zeca Baleiro será a grande atração musical do XXXV Festival de Inverno de Campina Grande. O show está confirmado para o próximo sábado (24) às 20h30, no Centro de convenções do Garden Hotel. Os ingressos podem ser adquiridos a partir de sexta-feira (23), às  14h30, no Centro Cultural aos valores de R$  15,00 estudante e R$30,00 inteira.

O artista possui uma carreira de grande sucesso nacional e internacional com cinco discos de ouro. Sua discografia vai de músicas autorais a várias parcerias como Gal Costa, Fagner entre outros. Além dos CDs musicais, Zeca Baleiro musicou poemas da escritora paulista Hilda Hilst que foi interpretado por cantoras de reconhecimento nacional como Ângela Maria, Maria Bethânia, Ângela Ro Ro, Zélia Duncan entre outras artistas.

Além de Zeca Baleiro, o festival terá outras atrações como: os espetáculos “Naturalmente”, de Antônio Nóbrega (foto) e “Meu Prazer”, da companhia de dança Marcia Milhazes (Rio de Janeiro).

A grande homenageada desta edição será a cantora Marinês, pernambucana que se consagrou na Paraíba, especialmente em Campina Grande, para onde se mudou ainda criança. A intérprete terá uma exposição de sua vida e obra, sob o tema “In Memorian de Marinês”.

Ainda estão previstas no festival as participações dos bailarinos clássicos Cícero Gomés (solista do Teatro Municipal do Rio de Janeiro) e Michele Saramago (bailarina mineira), da Companhia Mineira de Ballet Clássico. As companhia “Abração”, de Curitiba, e “Gesto”, do Rio de Janeiro, serão destaques na Mostra Nacional de Teatro, enquanto o Dia Internacional da Dança será comemorado com escolas, companhias e academias de Campina Grande no domingo (25), das 10h às 19h no Centro de Convenções, do Hotel Garden.

“Entre Eles e Entre Elas” será o grande show da música campinense, reunindo a produção musical da cidade com mestres e compositores da MPB na Praça da Bandeira. Um destaque especial da programação é a oficina de tango, com a dupla argentina Pablo Ruiz e Romina Juarez, que também dançarão no festival.

Os ingressos para as atrações do festival começam a ser vendidos na sexta-feira (23), antecipadamente, no Centro Cultural Lourdes Ramalho. Para as apresentações no Garden, os valores são R$ 30 e R$ 15 (meia). No Sesc Centro, R$ 10 e R$ 5 (meia). Os espetáculos infantis terão entrada gratuita assim como a abertura.

Fonte: Paraiba1

Brasil deve comercializar diesel de cana-de-açúcar a partir de 2011


21 de July de 2010 em Combustível por solocar @ 10:22 am
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Produtora americana Amyris Biotechnologies inicia projeto em São Paulo.
No programa piloto participam também a Mercedes-Benz e a Petrobras.

O Brasil deve comercializar diesel produzido a partir de cana-de-açúcar em 2011. É o que promete a produtora americana do biocombustível Amyris Biotechnologies após inaugurar, nesta terça-feira (20), um projeto em associação com a prefeitura da cidade de São Paulo.

A divisão brasileira da Amyris Biotechnologies disse que a fábrica de São Martinho, que irá produzir biocombustível em grande escala, deve entrar em funcionamento no próximo ano; a comercialização do produto será imediata.

A Amyris e a Prefeitura iniciaram um projeto piloto no qual três ônibus do transporte urbano público serão abastecidos com 5% do biodiesel de cana-de-açúcar enquanto outros três serão abastecidos unicamente com biocombustível, a fim de estabelecer um comparativo de rendimento.

A Amyris, que desenvolveu o biocombustível de segunda geração, escolheu o mercado brasileiro como plataforma do produto e espera se unir aos grandes produtores locais de etanol, como a Cosam, Bunge e Açúcar Guarani, para conseguir atender a futura demanda.

No projeto piloto de São Paulo participam também a multinacional automotiva alemã Mercedes-Benz, encarregada de fabricar os motores dos ônibus, e a Petrobras, que tomará conta da distribuição do diesel de cana-de-açúcar.

O diesel de cana-de-açúcar foi aprovado pelos organismos reguladores dos Estados Unidos, que o consideraram o biocombustível menos poluente e que não atenta contra a produção de alimentos.

Fonte: G1

Forró completa 60 anos


20 de July de 2010 em Imprensa por solocar @ 8:47 am
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‘Forró de Mane Zito’, primeira música do gênero, foi gravada por Luiz Gonzaga.
Sanfona de oito baixos é o instrumento símbolo do ritmo brasileiro.

Com a sanfona no peito, Luiz Gonzaga traduziu a alma nordestina. O artista que se tornaria o “Rei do Baião” fez história na música brasileira. Há 60 anos, ele gravou o Forró de Mane Zito, a primeira música a ser batizada de forró.

Foi a partir deste disco, de 1950, que começou a popularização do forró. Naquela época, forró era sinônimo de “baile popular”, o chamado “forrobodó”.

“Hoje em dia, você pode chamar de forró uma festa ou o ritmo forró. Porque a partir de Luiz Gonzaga foi criado um ritmo forró”, diz o pesquisador Paulo Wanderley.

Na matriz dos ritmos nordestinos está a sanfona de oito baixos. Foi com ela que tudo começou. Os ritmos apressados, que embalam uma gente festeira por natureza surgiram na pequena caixa de fazer música.

Mas não se engane: a pequenininha é muito mais difícil de tocar, e, por isso, poucos sanfoneiros se atrevem a manter o legado dos grandes mestres.

À primeira vista, o que chama a atenção na caixa de madeira, fole e botões é a ausência do teclado. São os botões que funcionam como teclas. E outra curiosidade é que, no Nordeste, a sanfona de oito baixos ganhou uma afinação única no mundo, um sotaque nordestino.

“É um instrumento, sem dúvida nenhuma, muito difícil de se aprender a tocar. Abrindo é um tom, fechando é outro. É um instrumento que não obedece escala musical”, explica o sanfoneiro Luizinho Calixto.

Luiz Gonzaga compôs cerca de 700 músicas e fez questão de escolher o herdeiro que levaria adiante o gênero onde cabem todos os ritmos nordestinos. Dominguinhos não esquece o dia em que recebeu o reconhecimento: “Eu estava gravando forró no estúdio com ele e ele me apresentou, nesse dia, à imprensa, como o herdeiro artístico dele. Eu tinha 16 anos”, lembra.

Fonte: G1

Contra financiamentos, consórcios de carros miram as classes C e D


19 de July de 2010 em Novidades por solocar @ 8:58 am
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Em 2009, 15% dos cotistas eram dessas faixas; classes A e B dominam.
Empresas tentam incentivar quem já tem carro a trocar de modelo.

As classes C e D se tornaram os principais alvos de consórcios de carros na tentativa de recuperar o público perdido para os financiamentos, que passaram a oferecer juros mais baixos, prazos mais longos e aprovação mais fácil. De acordo com levantamento da Associação Brasileira das Administradoras de Consórcio (Abac), as famílias com renda mensal entre R$ 768 e R$ 4.807 representavam 15% dos cotistas no segmento em 2009. As classes A e B dominam.

Em termos de participação no mercado de automóveis, os consórcios possuem atualmente uma fatia pequena, de 8,42%, segundo a Abac. Mas as empresas veem potencial para crescer junto às classes menos favorecidas. “Com a estabilidade da economia e do emprego, a população assume mais riscos para planejamento de longo e médio prazo”, destaca Paulo Rossi, presidente da associação.

Décadas atrás, poucos brasileiros de classe média ousavam entrar em uma concessionária sem ter o dinheiro para pagar o carro à vista. Financiamento era ‘luxo’: os bancos não se interessavam em emprestar e cobravam altas taxas de juro. Os consumidores enfrentavam ainda a inflação alta e insegurança no emprego. Naquele cenário, o consórcio era a opção mais segura.

Com a estabilidade econômica, no entanto, veio o “boom” de financiamentos em diversas modalidades, para todos os bolsos. Os consórcios, então, passaram a visar não só quem queira adquirir o primeiro carro, mas os que desejam ter um automóvel cada vez mais equipado e de nível superior.

Também para quem já tem carro
“A gente busca sensibilizar as classes C e D para, quando passar a febre do consumo imediato, esses consumidores identifiquem no consórcio a possibilidade de adquirir outros bens em substituição daquele que adquiriram anteriormente”, afirma o presidente da Abac. “Se a pessoa já tem esse automóvel usado, ela pode usar o veículo e mais a carta de crédito para comprar um modelo de maior valor.”

Nessa modalidade, o cliente pode levar até dois anos para sair com o carro. O consórcio é a união de pessoas físicas ou jurídicas em um grupo fechado com o objetivo de formar uma poupança comum para aquisição de bens. Cada cotista deve colaborar com uma parcela mensal. A pessoa só terá acesso ao dinheiro que lhe cabe se for sorteada ou se oferecer um lance. Por esse motivo, é considerado um investimento em longo prazo.

Para conseguir “driblar” a demora, administradoras querem oferecer o consórcio como uma “programação de troca” ao cliente que já comprou o automóvel, mas pretende mudar de veículo em médio prazo.

“Quatro portas”
A operadora de corte e solda Suenen Severa faz parte do perfil que as administradoras de consórcio querem atingir. A necessidade de comprar um carro surgiu por causa dos dois filhos, mas a sua renda não permitia entrar em um financiamento. “Peguei um plano de 80 parcelas. Depois de dez, fui sorteada. Então, dei um lance e o valor das parcelas diminuiu”, conta. Após a contemplação, ela retirou o veículo em duas semanas. “Era o carro que eu tinha em mente, quatro portas.”

Apesar de o consórcio não cobrar juros, apenas a taxa de administração, e de não permitir que a pessoa saque o dinheiro antes do sorteio — a grande diferença em relação a uma poupança — a prática divide opiniões. Para o coordenador do MBA em gestão de negócios automotivos da Fundação Getúlio Vargas e ex-presidente da Ford do Brasil, Luis Carlos Mello, a modalidade financeira é uma alternativa que perde vantagem devido à farta disponibilidade de crédito no setor automobilístico.

“Hoje há uma série de produtos financeiros à disposição de quem quer comprar um veículo, até mesmo a poupança da aposentadoria privada”, analisa Mello, que não acredita em tendência de crescimento forte do setor.

Para “juntar dinheiro”
O policial militar Johnney Stael optou pelo consórcio como uma forma de aplicar o que sobrava da renda todo fim de mês. “Não tinha interesse de pegar o bem, já tinha carro. Queria juntar o dinheiro”, afirma.

O que ele não esperava era ser contemplado tão cedo. Em três meses, foi sorteado. Como a cota pela qual optou era baixa, o dinheiro não era suficiente para comprar um carro novo superior ao que tinha, sem ter de vender o automóvel antigo. Então, ele preferiu vender o crédito. “No fim, foi um bom negócio. As taxas de administração são baixas. Vale mais a pena do que pagar juro”, opina.

Fonte: G1

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