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Volkswagen foca em projeto de carro mais barato que o Gol


18 de February de 2011 em Dicas de transito,Imprensa por solocar @ 5:22 pm
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Fabricante quer atingir jovens com sua versão de supercompacto.
Unidade de Taubaté, em SP, terá capacidade ampliada.

O presidente da Volkswagen do Brasil, Thomas Schmall, afirmou nesta sexta-feira (18), que a companhia irá investir fortemente no segmento que se forma agora no Brasil de carros baratos, ou seja, abaixo do Gol – por enquanto o modelo de entrada da marca alemã no país.

“Com a chegada das chinesas, este é um segmento que tem 7% do mercado, mas isso vai passar para 14% nos próximos quatro, cinco anos”, destacou Schmall.

A Volkswagen já havia anunciado no ano passado que desenvolvia um projeto de um automóvel de baixo custo. “Continuamos concentrados neste projeto. Queremos atingir os jovens que vão comprar o primeiro carro”, explicou Schmall sobre a estratégia que envolve o veículo, ainda sem data divulgada de lançamento.

De acordo com o presidente da Volkswagen, 24% da população brasileira se encaixa neste perfil. “São jovens que têm uma moto, por exemplo, e vão querer passar para um outro patamar”, afirma. “É o mesmo conceito do Tata Nano, na Índia, uma moto com cobertura”, brinca Schmall, ao ilustrar o movimento que aconteceu no mercado indiano, dominado até então pelas motocicletas.

VW prevê crescimento entre 5% e 6%
Schmall recebeu jornalistas durante o lançamento da pedra fundamental da nova área de pintura da fábrica de Taubaté (SP). Com os novos equipamentos implementados até o final de 2012, a unidade fabril terá a capacidade de produção aumentada de 1.050 veículos por dia para 1.300 unidades. A fábrica de Taubaté é responsável pela produção do Novo Gol e do Voyage e completou 35 anos nesta sexta.

O investimento de R$ 360 milhões para a solução do gargalo produtivo faz parte do pacote de R$ 6,2 milhões em investimentos previstos pela Volkswagen entre 2010 e 2014. No fim do ano passado, a fábrica de São Bernardo do Campo, no ABC paulista, teve a nova área de pintura inaugurada.

Todos os investimentos nas fábricas visam atingir a meta de 1 milhão de unidades produzidas no Brasil até, no máximo, 2013. “Vai depender muito do mercado, especialmente das exportações, que são difíceis de prever”, ressalta Schmall. Em 2010, a VW produziu 823 mil carros no Brasil, sem contar as unidades em CKD (veículos desmontados destinados à exportação).

Segundo Schmall, para este ano a previsão é de crescimento entre 5% e 6% desse volume. “O problema são as exportações, acredito que vamos apenas conseguir manter o nível que obtivemos no ano passado, de 150 mil unidades”, afirma.
Nova tecnologia
A nova área de pintura em Taubaté utilizará mais de 70 robôs, o que torna a pintura interna e externa dos veículos 100% automatizada. Ecológica, a nova tecnologia, que utilizada tinta à base de água, permite eliminar uma camada de pintura do processo e reduz o consumo energético, além de resduzir emissões.

Fonte: G1

Indenização por acidente com moto tem maior percentual em 5 anos


15 de February de 2011 em Dicas de transito por solocar @ 3:34 pm
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Em 2010, 60,7% de pagamentos do DPVAT foram para acidentes do tipo.
Motociclistas lideram casos de indenização por invalidez permanente.

Acidentes com motos representaram 60,7% das indenizações pagas pelo Seguro Obrigatório em 2010, que somaram R$ 2,028 bilhões. Foi o percentual mais alto dos últimos cinco anos, considerando dados da Seguradora Líder, que administra o DPVAT.

No ano passado, foram aceitos 153.341 pedidos de indenização por acidentes envolvendo esse tipo de veículo, que representa 26,3% da frota nacional. Para vítimas de acidentes com automóveis houve 78.322 indenizações, 31% dos 252.351 pagamentos no ano. Em números absolutos, o total de indenizações por acidentes com moto em 2010 foi um pouco menor que o de 2008, quando houve 153.662 pagamentos, mas que representavam 56,4% do total.

O seguro por Danos Pessoais causados por Veículos Automotores de via Terrestre, ou DPVAT, é obrigatório por lei (6.194/74) desde 1974 e utilizado para indenizar vítimas de acidentes de trânsito causados por veículos motorizados que circulam por terra ou por asfalto. Não prevê cobertura de danos materiais causados por colisão, roubo ou furto de veículos.

INDENIZAÇÕES PAGAS PELO DPVAT
2010
2009
2008
2007
2006
2005
MOTOS
153.341 145.699 153.662 134.465 93.693 81.059
Carros
78.322 89.047 94.020 92.693 77.859 76.501
Total (inclui caminhões e ônibus) 252.351 256.472 272.003 252.130 193.118 175.021

A fatia das indenizações por acidentes com motos cresceu gradativamente nos últimos anos. Em 2005, foi de 46,3%, mais equilibrada com a de pagamentos por acidentes com automóveis, que foram 43% do total de 175.021 indenizações. Em 2007, os sinistros com motos passaram a mais de 50% do montante pago.

A constante alta justifica, segundo a seguradora, o fato de o DPVAT ser mais caro para motos do que para carros. Com o reajuste autorizado neste ano, o seguro sai por R$ 274,06 para esse tipo de veículo contra R$ 101,16 para automóveis. “As motos representam1/4 da frota do país, mas 60% das indenizações pagas. O preço é proporcional à freqüência”, diz o presidente da Líder, Ricardo Xavier.

O valor da indenização, no entanto, não muda desde 2007. Em caso de morte por acidente envolvendo qualquer tipo de veículo, o pagamento é de R$ 13,5 mil, valor máximo também para invalidez permanente. Para despesas médicas e suplementares, não passa de R$ 2,7 mil. Segundo o Ministério da Fazenda, a correção só pode ser feita se houver uma mudança na lei.

Estatísticas são poucas
É difícil comparar os números de indenizações pagas pelo DPVAT com a ocorrência de acidentes no Brasil. O Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) informa que o último levantamento que divide o número de acidentes por tipo de veículo foi feito em 2008. Considerando os que tiveram vítimas (mortos ou feridos), foram 597.786 no total, sendo 200.449 (33,53%) com motocicletas, a maior parte em São Paulo e em Goiás. O número, no entanto, é menor do que os 246.712 envolvendo automóveis (41%). Naquele ano, o DPVAT pagou 272.003 indenizações, 56,4% delas para acidentes com motos.

O número de indenizações pagas em um ano não pode ser considerado como representativo dos acidentes no mesmo período porque o prazo para dar entrada no pedido do DPVAT é de três anos. Há exceções: para acidentes envolvendo invalidez, nos quais o acidentado esteve ou ainda está em tratamento, o prazo para prescrição levará em conta a data do laudo conclusivo do Instituto Médico Legal (IML).

Motociclistas lideram casos de invalidez
Em 2010, mais de 68% das pessoas que receberam indenização por invalidez permanente estavam envolvidas em acidentes com motocicletas, assim como 65,63% dos que receberam reembolso de despesas médico-hospitalares, segundo a Seguradora Líder. Em 69% dos acidentes em veículos de duas rodas, a vítima é o próprio condutor. Para o presidente da seguradora, falta de consciência aos usuários.

Dados compilados pelo Ministério da Saúde entre 1997 e 2008 apontam crescimento do risco de morte por motociclistas em acidentes. A incidência é maior na faixa dos 15 aos 19 anos, em que esse tipo de ocorrência causou o maior número de mortes por causas externas (acidentes e violência).

Do total arrecadado pelo DPVAT, 45% são destinados ao Sistema Único de Saúde (SUS), para despesas com assistência médica dos segurados vitimados em acidentes, e 5% vão para Denatran, para campanhas de prevenção de acidentes e educação no trânsito. É possível tirar dúvidas sobre o seguro pelo 0800-0221204, além do site www.dpvatseguro.com.br

Fonte: G1


9 de December de 2010 em Dicas de transito por solocar @ 5:25 pm
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Cantora Luiza Possi é atração
do ‘Som das 6′ nesta sexta

15h24 09/12/2010

Um acento autobiográfico, que vai do sentimental às nuances do barroco, está presente no novo trabalho da cantora e compositora Luiza Possi. Nesta sexta-feira (10), ela vai apresentar na capital paraibana seu novo CD “Bons Ventos Sempre Chegam”. O show faz parte da programação do projeto ‘Som das 6′, que começa a partir das 18h, no Ponto de Cem Réis. Antes, quem sobe ao palco é a violinista paraibana Belle Soares, que vem se destacando na cena artística nacional. O evento gratuito é uma realização da Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope).

Os bons ventos que trazem Luíza à capital paraibana referenciam as duas musas da artista – a música e a mãe Zizi Possi. Essa impressão fica evidente nas canções “Cantar”, de Godofredo Guedes, e “Minha Mãe”, que é uma mistura de ciranda e samba de roda no estilo pop. O show vem em um momento em que a cantora se firma também no ofício da composição. É dela, por exemplo, “Queixo Caído”.

Luiza também escolheu seu repertório entre os contemporâneos, ao firmar parceria com o compositor Dudu Falcão. Esse casamento musical frutífero rendeu 15 músicas em seis meses e representou o pontapé inicial para o novo trabalho. No CD, os dois assinam cinco canções, entre delas “Paisagem”, com Luiza ao piano e Dudu ao violão, em um arranjo que fica entre o romântico e o barroco, ressaltado por um naipe de cordas.

Para gravação do novo álbum, Luiza Possi contou ainda no estúdio com o músico Max Viana assinando a produção e ficando à frente das guitarras. Sacha Amback contribuiu com os arranjos, teclados e escolha do repertório, trazendo uma composição inédita de Moska (“Agora Já é Tarde”). Samuel Rosa e Chico Amaral mandaram de presente “Ao Meu Redor”. Enquanto isso, o pernambucano Lula Queiroga emprestou “Pode me Dar”. Há ainda a versão de Chico César para “Vou Adiante”, de Lokua Kanza. Essa faixa conta com Marcos Suzano na percussão e o violão e voz do próprio Lokua.

A artista toca piano e também se aventura sozinha nas letras, mostrando um trabalho com várias possibilidades estéticas, mesmo mantendo a espinha dorsal do pop. São inspirações que vêm em tempo certo. Porque, como diz o trecho da canção “Queixo Caído”, que empresta nome ao novo disco, os bons ventos sempre chegam.

Belle Soares – A violinista Belle Soares vem se destacando no cenário artístico nacional pela performance inovadora, agregando o canto e a dança ao seu talento instrumental. Nesta sexta-feira, a musicista apresenta um repertório bem variado. Por um lado, ela inclui pot-pourri de músicas nordestinas, como “Asa Branca”, “Xodó”, “Paraíba Masculina” e “Feira de Mangaio”. Por outro, também executa o estilo pop rock.

Confira as próximas atrações do ‘Som das 6′:

10/12

- Belle Soares

- Luiza Possi

17/12

-Lapinha Jesus de Nazaré

- Projeto ‘Música Minas’, em parceria com o governo de Minas Gerais (artistas Titane, Sérgio Pererê, Mestre Jonas e Leopoldina)

Fonte: Prefeitura Municipal de João Pessoa



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