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Cliente que não atender a recall terá veículo bloqueado para venda


29 de June de 2010 em Imprensa,Novidades por solocar @ 10:58 am
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Entenda o que muda com o Sistema de Monitoramento Online de Recall.
Novo teste de impacto coloca chinesas em xeque, afirma SAE Brasil.

Quando determinada montadora identifica problemas em seu veículo, obrigatoriamente ela convoca consumidores a retornar às concessionárias. Por lei, o aviso sobre a necessidade do reparo deve ser feito por meios de comunicação — seja impresso, televisão, rádio e internet. Até aqui, nenhuma grande novidade. O que poucos sabem, no entanto, é que menos de 60% dos clientes atendem ao chamado, seja por falta de informação ou por não ter a dimensão da gravidade do problema, de acordo a Sociedade de Engenheiros da Mobilidade (SAE Brasil). Por esse motivo, daqui a 90 dias, entra em vigor uma lei que impede a transferência do veículo, caso o proprietário não tenha realizado os reparos estabelecidos por um recall.

Com a mudança, a responsabilidade do recall passou a ser também do dono do veículo. Para conseguir comunicar todos os clientes sobre a necessidade de recall, sem depender de que a pessoa tenha acesso aos informes na mídia, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) fechou parceria com os Correios. Os dados do atual proprietário serão levantados por meio do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam) para que uma carta com o aviso chegue à casa da pessoa. É também pelo Renavam que o veículo será bloqueado para a venda ou desbloqueado.

“A preocupação era que a montadora não conseguia alcançar todos os proprietários, por outro lado, não podemos disponibilizar dados pessoais. Desta forma, pelo Renavam, conseguimos localizar a pessoa e bloquear a transferência do carro sem o recall feito”, ressalta o diretor-geral Denatran, Alfredo Peres da Silva, sobre o sigilo do processo.

O sigilo é importante também para evitar o uso do sistema como mala direta para ações de marketing das montadoras, como aponta o engenheiro e conselheiro da SAE Brasil, Francisco Satkunas.

A base de dados do chamado Sistema de Monitoramento Online de Recall será integrada por órgãos públicos, como o Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor da Secretaria de Direito do Consumidor do Ministério da Justiça (DPDC), além da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

O novo sistema é recebido de forma positiva pela SAE Brasil. Para a entidade, o monitoramento resolve o problema de carros que vão passar para a mão do terceiro ou quarto dono, por exemplo. “É uma forma bastante saudável de se alcançar o consumidor”, afirma Satkunas.

Teste de impacto mais exigente

Além dos recalls, os testes de impacto de modelos nacionais e importados estão na mira do governo. A nova lei prevê que, a partir de 2012, sejam obrigatórios os testes frontais, traseiros e biodinâmicos, este último com a utilização de bonecos, que avalia impactos na cabeça, pescoço, tórax, joelhos e pés. Atualmente, é exigida apenas a avaliação estrutural de retenção da coluna de direção.

Para os modelos já em circulação, esse sistema passará a ser exigido a partir de 2014, o que invalida também os carros que não possuem airbag. “Embora tenha surgido a lei do airbag, essa resolução já teria obrigado o sistema, porque sem ele, o carro não passa pelo crash test”, destaca o diretor-geral do Denatran.

Os testes terão de estar de acordo com as normas estabelecidas pela Agência Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), mas não precisam ser realizados no Brasil. Como a maioria das montadoras segue as rígidas regras de segurança dos Estados Unidos e da Europa para homologação, pouco irá mudar. O que para o bolso do consumidor será melhor, pois não aumentará os custos de produção.

Quem realmente terá de se adequar são as fabricantes asiáticas, especialmente as chinesas, na opinião do colaborador do comitê de veículos leves da SAE Brasil, Sergio Ricardo Fabiano. “Vamos ter melhorias, principalmente para as montadoras que entram no mercado agora, como as chinesas, que possam não ter esses testes. Isso vai melhorar a qualidade e trazer mais segurança”, destaca Fabiano.

De forma geral, na opinião dos especialistas e do diretor-geral do Dentran, as novas regras em conjunto com outras já anunciadas (veja tabela abaixo) é um reflexo do amadurecimento do mercado brasileiro de veículos. Apesar dos pontos positivos, Francisco Satkunas, da SAE Brasil, lembra de outro ponto que não pode ser deixado de lado pelo governo: a qualidade das ruas e estradas. “Por melhor que o carro seja projetado, tem buraco que causa acidente.”

Fonte: G1

Fiat lança linha 2011


16 de June de 2010 em Imprensa por solocar @ 9:02 am
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Punto, Palio, Palio Weekend ganham a opção Atractive 1.4 Flex.
Palio ELX recebe direção hidráulica de série e Strada Fire muda a grade.

A Fiat divulgou sua linha 2011. A maior novidade é a opção Atractive 1.4 Flex que passa a ser oferecida no Palio como opção intermediária, por R$ 33.320, e no Palio Weekend e Punto como modelo de entrada, por R$ 40.960 e R$ 38.940, respectivamente. De série, as versões trazem direção hidráulica, brake-light, para-choques na cor do veículo e novas calotas.

O Palio ELX 1.0 ganhou direção hidráulica com aumento de 1% no preço e a Strada Fire 1.4 recebeu nova grade dianteira que mescla a pintura da carroceria com a cor prata, sem alteração no valor.  Os demais veículos da marca permanecem sem alterações de preços ou itens de série e pacote de opcionais.

Fonte: G1

Especialistas mostram quando é mais vantajoso comprar carro usado


31 de May de 2010 em Imprensa por solocar @ 9:37 am
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Uma analista de mercado fez as contas. O gasto no primeiro ano com manutenção preventiva R$ 511. No segundo, cerca de R$ 1,2 mil. No terceiro, o gasto passa dos R$ 2,1 mil.

Ele é novinho, zero quilômetro. Na concessionária, custa um bom dinheiro. Você resolve pesquisar e encontra outro carro. Já não tão novinho e com alguns muitos quilômetros rodados. Aí, surge a pergunta: comprar um carro usado compensa?

Depende de quanto ele está usado e é preciso muita atenção: comprar um carro seminovo é sempre mais difícil do que comprar um zero.

No domingo, muita gente passou o dia procurando aquele carrinho tão desejado. O Bom Dia ouviu especialistas para saber até quando um carro usado é um bom negócio.

O carro já rodou 69 mil quilômetros, mas tem todos os opcionais que Rose e Ricardo sonham. Custa R$ 35,5 mil – dinheiro que eles têm no bolso. Entre um carro usado mais confortável ou um zero quilômetro básico, eles preferem o usado.

“Um carro novo, na compra, você perde 20% do valor. Se o carro é R$ 30 mil, você está perdendo R$ 6 mil na hora da revenda. É o custo que joga em uma eventual manutenção, se tiver”, comenta o comerciante Ricardo Cserba.

O dono garante que não vai dar dor de cabeça. “Está tudo certinho, já foi feito uma revisão de mecânica, câmbio automático, sem problema nenhum”, enumera o comerciante Ernesto Mazini.

Em uma feira em São Paulo não faltam opções. Há cinco mil carros à venda todo domingo. Rita e o marido estão de olho em um modelo com 15 anos de uso. “Tem carro usado em bom estado. Tem gente que é muito cuidadosa, está sempre olhando o carro, fazendo manutenção preventiva”, elogia a enfermeira Rita Freitas.

A dúvida é exatamente quando vale a pena comprar um usado, quais os gastos que o novo dono terá que arcar? Nós conversamos com especialistas de mercado que afirmam que o ideal é comprar carros com menos de dois anos de uso.

A analista de mercado fez as contas. O gasto no primeiro ano com manutenção preventiva R$ 511. No segundo, cerca de R$ 1,2 mil. No terceiro, o gasto passa dos R$ 2,1 mil.

“No primeiro ano nós vamos ter um desgaste normal de algumas peças, mas é pouca coisa. No segundo ano já aumenta um pouco, mas eu diria que uns 40, 50% do que você vai gastar. No terceiro ano começa mesmo uma troca efetiva de itens importantes para que o carro tenha a mesma qualidade, tenha a mesma performance”, explica a analista de mercado Rosely Coimbra.

Para o professor de finanças Ricardo Rocha, comprar um carro de até três anos de uso ainda pode ser vantajoso. Mas cuidado com carros acima de cinco anos de fabricação.

“A partir do quinto ano você pode ter de trocar motor, câmbio e de repente vai gastar 30% a 40% do valor do seu automóvel. Praticamente vai ter que reformar esse carro e rodar com ele mais cinco anos para compensar”, destaca o professor de finanças/Insper-SP Ricardo Rocha.

De acordo com os especialistas, a idade média da frota brasileira vem caindo. No ano passado, chegou a nove anos e oito meses. O item que mais pesa no orçamento do motorista é o combustível, que representa cerca de 30% dos gastos de um automóvel. Depois vem o seguro, com quase 23% das despesas. Em terceiro ficam os gastos com estacionamento. Há ainda o IPVA.

Juntando todas essas despesas, mais a troca de peças, manter um carro pode custar cerca de R$ 10 mil por ano.

Fonte: Bom Dia Brasil



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