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Mercedes-Benz de Elvis Presley vai a leilão no Reino Unido


3 de September de 2010 em Imprensa por solocar @ 3:36 pm
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Unidade foi adquirida pelo cantor por US$ 15 mil e depois doada a amigo.
Organização do evento espera arrecadar entre US$ 250 mil e US$ 325 mil.

Um exemplar de um Mercedes-Benz 600, que já foi de Elvis Presley, foi apresentado nesta quinta-feira (2) à imprensa no Reino Unido. O modelo, de 1969, será uma das atrações do ‘Important Motor Cars and Fine Automobilia’, tradicional leilão do Bonhams marcado para o dia 6 de dezembro, em Weybridge, na Inglaterra.

O carro é apenas um dos que já passaram pela garagem do cantor norte-americano e ficou com Elvis por cerca de dois anos até ser doado para o seu amigo James Leroy Robertson. Fontes dizem a unidade foi adquirida na época por US$ 15 mil.

Em 2005, o automóvel foi adquirido por uma loja de carro nos Estados Unidos e depois exportado para o Reino Unido. O modelo foi restaurado e os organizadores do leilão estimam arrecadar entre US$ 250 mil e US$ 325 mil .

Outros famosos, como John Lennon, Hugh Hefner, Elizabeth Taylor e Aristotle Onassis, também tiveram uma unidade do Mercedes-Benz 600. O leilão terá ainda uma, das cinco unidades produzidas, da Ferrari 550 GTZ.

Fonte: G1

Cientista norte-americano cria carro movido a energia humana


20 de August de 2010 em Novidades por solocar @ 4:30 pm
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HumanCar roda com força gerada por ocupantes e chega a 100 km/h.
De acordo com o fabricante, até um idoso consegue andar com o modelo.

Veículos híbridos normalmente são alimentados por um motor a gasolina e um elétrico. Mas, o cientista norte-americano Charles Greenwood propôs uma nova combinação que resultou no HumanCar, carro movido por um propulsor elétrico e pela força humana.

O veículo, para até quatro pessoas, pode rodar sem o auxílio do motor se estiver totalmente ocupado. Para movimentar o HumanCar, os passageiros precisam movimentar as manivelas para trás e para frente. De acordo com Greenwood, até um idoso com boa saúde consegue gerenciar o carro, sem dificuldades.

Caso haja menos passageiros, o motor elétrico entra em funcionamento. O modelo vem equipado também com painel solar que recarrega as baterias quando o veículo está estacionado para minimizar o esforço ‘dos motoristas’.

O cientista diz que em subidas o carro atinge 50 km/h e chega a 100 km/h em terrenos planos. O HumanCar está legalizado para circular em ruas norte americanas.

Greenwood, que trabalha no desenvolvimento do HumanCar desde 1968, diz que agora preprera o modelo para adaptação de um display de LCD touch-screen com sistema de navegação GPS e airbags.

O modelo atual tem preço sugerido de US$ 15.500, o equivalente a R$ 27.300, sem taxas de importação e impostos brasileiros. A empresa diz que já tem 100 encomendas do HumanCar que entrará em produção quando a fabricante atingir 800 pedidos.

Fonte: G1

Contra financiamentos, consórcios de carros miram as classes C e D


19 de July de 2010 em Novidades por solocar @ 8:58 am
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Em 2009, 15% dos cotistas eram dessas faixas; classes A e B dominam.
Empresas tentam incentivar quem já tem carro a trocar de modelo.

As classes C e D se tornaram os principais alvos de consórcios de carros na tentativa de recuperar o público perdido para os financiamentos, que passaram a oferecer juros mais baixos, prazos mais longos e aprovação mais fácil. De acordo com levantamento da Associação Brasileira das Administradoras de Consórcio (Abac), as famílias com renda mensal entre R$ 768 e R$ 4.807 representavam 15% dos cotistas no segmento em 2009. As classes A e B dominam.

Em termos de participação no mercado de automóveis, os consórcios possuem atualmente uma fatia pequena, de 8,42%, segundo a Abac. Mas as empresas veem potencial para crescer junto às classes menos favorecidas. “Com a estabilidade da economia e do emprego, a população assume mais riscos para planejamento de longo e médio prazo”, destaca Paulo Rossi, presidente da associação.

Décadas atrás, poucos brasileiros de classe média ousavam entrar em uma concessionária sem ter o dinheiro para pagar o carro à vista. Financiamento era ‘luxo’: os bancos não se interessavam em emprestar e cobravam altas taxas de juro. Os consumidores enfrentavam ainda a inflação alta e insegurança no emprego. Naquele cenário, o consórcio era a opção mais segura.

Com a estabilidade econômica, no entanto, veio o “boom” de financiamentos em diversas modalidades, para todos os bolsos. Os consórcios, então, passaram a visar não só quem queira adquirir o primeiro carro, mas os que desejam ter um automóvel cada vez mais equipado e de nível superior.

Também para quem já tem carro
“A gente busca sensibilizar as classes C e D para, quando passar a febre do consumo imediato, esses consumidores identifiquem no consórcio a possibilidade de adquirir outros bens em substituição daquele que adquiriram anteriormente”, afirma o presidente da Abac. “Se a pessoa já tem esse automóvel usado, ela pode usar o veículo e mais a carta de crédito para comprar um modelo de maior valor.”

Nessa modalidade, o cliente pode levar até dois anos para sair com o carro. O consórcio é a união de pessoas físicas ou jurídicas em um grupo fechado com o objetivo de formar uma poupança comum para aquisição de bens. Cada cotista deve colaborar com uma parcela mensal. A pessoa só terá acesso ao dinheiro que lhe cabe se for sorteada ou se oferecer um lance. Por esse motivo, é considerado um investimento em longo prazo.

Para conseguir “driblar” a demora, administradoras querem oferecer o consórcio como uma “programação de troca” ao cliente que já comprou o automóvel, mas pretende mudar de veículo em médio prazo.

“Quatro portas”
A operadora de corte e solda Suenen Severa faz parte do perfil que as administradoras de consórcio querem atingir. A necessidade de comprar um carro surgiu por causa dos dois filhos, mas a sua renda não permitia entrar em um financiamento. “Peguei um plano de 80 parcelas. Depois de dez, fui sorteada. Então, dei um lance e o valor das parcelas diminuiu”, conta. Após a contemplação, ela retirou o veículo em duas semanas. “Era o carro que eu tinha em mente, quatro portas.”

Apesar de o consórcio não cobrar juros, apenas a taxa de administração, e de não permitir que a pessoa saque o dinheiro antes do sorteio — a grande diferença em relação a uma poupança — a prática divide opiniões. Para o coordenador do MBA em gestão de negócios automotivos da Fundação Getúlio Vargas e ex-presidente da Ford do Brasil, Luis Carlos Mello, a modalidade financeira é uma alternativa que perde vantagem devido à farta disponibilidade de crédito no setor automobilístico.

“Hoje há uma série de produtos financeiros à disposição de quem quer comprar um veículo, até mesmo a poupança da aposentadoria privada”, analisa Mello, que não acredita em tendência de crescimento forte do setor.

Para “juntar dinheiro”
O policial militar Johnney Stael optou pelo consórcio como uma forma de aplicar o que sobrava da renda todo fim de mês. “Não tinha interesse de pegar o bem, já tinha carro. Queria juntar o dinheiro”, afirma.

O que ele não esperava era ser contemplado tão cedo. Em três meses, foi sorteado. Como a cota pela qual optou era baixa, o dinheiro não era suficiente para comprar um carro novo superior ao que tinha, sem ter de vender o automóvel antigo. Então, ele preferiu vender o crédito. “No fim, foi um bom negócio. As taxas de administração são baixas. Vale mais a pena do que pagar juro”, opina.

Fonte: G1



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